Profissão registra flagrantes de exploração de trabalhadores

Fazendas e canteiros de obras possuem condições precárias de trabalho. Entenda a polêmica que pode mudar o combate ao trabalho escravo.

O Profissão Repórter registra flagrantes de exploração de trabalhadores no campo e na cidade, em meio a polêmica que pode limitar a fiscalização do trabalho escravo no Brasil.

Reconhecida internacionalmente, a política de combate à escravidão é alvo de ataques da bancada ruralista e da Confederação da Indústria.

Recentemente, o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, editou uma portaria que limita o conceito de traballho escravo à presença de vigilância armada nas fazendas, excluindo a servidão por dívida e as condições degradantes dos critérios para os fiscais definirem a escravidão contemporânea. A portaria está suspensa por liminar do STF.

O repórter Estevan Muniz acompanha ações de fiscalização no interior de Goiás. A maioria das irregularidades não se configura trabalho escravo, mas em uma fazenda os fiscais encontram alojamentos precários e relatos de ameaças aos trabalhadores. Policiais encontram uma pistola na caminhonete do fazendeiro.

A repórter Monique Evelle mostra os flagrantes de exploração na colheita do cacau no interior da Bahia. A Mayara Teixeira acompanha uma ação de fiscalização em uma obra na capital paulista. Quatro trabalhadores foram aliciados em outros estados e enganados ao chegar a São Paulo.

O programa traz também a história do fiscal do trabalho que se tornou fotógrafo profissional e os arquivos de 20 anos de combate ao trabalho escravo no Brasil. Desde 1995, 50 mil trabalhadores, explorados por seus patrões, foram resgatados pelos fiscais do trabalho.

Não perca o programa. É quarta-feira (29), após o futebol!

Prep (Foto: Reprodução: TV Globo)

Fonte:  G1

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