Governo Temer decide pela regra mais dura para servidor na reforma

Os servidores públicos só terão direito de se aposentarem com o benefício igual ao maior salário da ativa e ainda com direito aos reajustes que os funcionários da ativa recebem (as chamadas paridade e integralidade) se forem direto para a idade mínima final dá reforma, de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres. Antes disso, terão o benefício apenas parcial.

No Governo Temer todo dia é dia de maldade. Na noite de domingo (23), o presidente ilegítimo decidiu manter a regra de transição mais dura para o funcionalismo público no projeto da reforma da Previdência apresentado quarta-feira pelo relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA).

Estavam presentes a esta reunião no Palácio do Jaburu, além de Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, do Governo, Antônio Imbassahy, da Secretaria-Geral, Moreira Franco, Moura e os líderes do governo e da maioria na Câmara, deputados Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e Lelo Coimbra (PMDB-ES).

O indicativo da reunião é que não será aberto campo de negociação para alterar a regra de transição dos servidores públicos que ingressaram antes de 2003. Pelo relatório de Arthur Maia, eles só terão direito de se aposentarem com o benefício igual ao maior salário da ativa e ainda com direito aos reajustes que os funcionários da ativa recebem (as chamadas paridade e integralidade) se forem direto para a idade mínima final dá reforma, de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres. Antes disso, terão o benefício apenas parcial.

O relator apresentou essa versão, mais dura que a original, e que gerou forte reação de corporações dos servidores, principalmente do Judiciário e Ministério Público. Maia chegou a divulgar errata que dizia que seria discutido um texto mais adequado, mas depois afirmou que isso não será alterado. Na reunião deste domingo, o governo manteve a posição de não fazer concessões nesse campo.

Fonte:http://alertasocial.com.br

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