O peso crescente da folha de pagamento e a queda de arrecadação provocada pela crise econômica fizeram com que em três anos – do início de 2015 ao final de 2017 – os Estados saíssem de um resultado positivo de R$ 16 bilhões para um déficit de R$ 60 bilhões em suas contas. O levantamento – feito pelo especialista em contas públicas Raul Velloso a pedido do Estado – mostra que, se os governadores não tomarem medidas drásticas, o déficit será ainda maior. O Rio Grande do Norte teve a piora fiscal mais acentuada. Após ter acumulado superávit de R$ 4 bilhões entre 2011 e 2014, o Estado registrou déficit de R$ 2,8 bilhões em outubro passado. Rio, Minas Gerais, Goiás, Pernambuco e Sergipe também estão mal avaliados. Em Alagoas, Paraná, Ceará, Maranhão e Piauí as contas não se deterioraram. Com déficit de R$ 3 bilhões em 2017, a situação de São Paulo ficou estável no período. A reportagem completa está no Correio do Povo.

Fonte:  felipevieira.com.br