1 – em 2014, os credores da Dívida arrancaram do sofrido Povo Brasileiro, em forma de juros da Dívida, mais de 311 bilhões de reais;

2 – não ficaram satisfeitos. Em 2015, extraíram de suas pobres vítimas quase 502 bilhões;

3 – o massacre econômico-financeiro tende a continuar: a Dívida Pública, em vez de diminuir, aumentou. Pulou, no período 2014/2015, de 1,6 trilhões para mais de 2,1 trilhões;

4 – tem mais: o Governo Federal vetou a Auditoria da Dívida Pública, Auditoria que foi aprovada pelo Congresso Nacional;

5 – para completar a alegria dos aproveitadores, representantes do Governo Federal, em razão do fim dos recessos Judiciário e Legislativo, reuniram-se com o Congresso Nacional, e com representantes do Ministério Público e do Poder Judiciário. Até onde sei, nenhum deles sequer mencionou o problema da Dívida Pública. Até parece que esse problema (cujo tamanho torna ridículas as discussões sobre CPMF e aumentos de impostos) não existe. Uma estarrecedora crise de autismo atinge os Poderes Públicos Nacionais.

Nós brasileiro precisamos discutir este tema. Ou nos tornaremos cúmplices de uma tragédia social e econômica que cresce cada vez mais rapidamente. Essa tragédia somente será revertida se os Poderes Públicos forem severamente pressionados.

Não pense que estou exagerando. Achei os números acima citados no Site do Banco Central. Navegue pelas “séries temporais” 5045 e 4478 do Banco Central e confirmarás isto.

Fonte: Luiz Otávio Da Rosa Borges – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil – Aposentado